Essas coisas, logo aí embaixo... Palavras ditadas por um Ghost Writer.

26 de dez de 2007

Comentários [escritos, ora bolas...] de fim de ano

Até o próximo sábado eu vou pra Riozinho, cidade cravada em "algum lugar do interior de nossa querida província [vulgo RS]". Eu não sei pra onde eu vou, nem como, ao certo. Só sei que vou com amigos e, pelo que me contas, vai ser muito afudê. Acampar, ficar longe da "civilização" [que tantos danos causou ao meu - um dia - prodigioso cérebro]. Essas coisas caóticas...

Se você, caro e estimado [também poderia ser chamado de "espécie em extinção", dado o reduzido número...] leitor deste [nada] humilde blog notou, no post anterior tem uma expressão seguida de asterísco. A expressão é essa: Jingle Hell's.
Pois então... Eu não cunhei este termo, mas achei-o muuuito afudê, pra caralho.
E, por isso, dou aqui o devido crédito ao Ricardo Carlaccio, que teve essa sacada, que foi uma das coisas [artísticamente] legais que eu ví nesse Natal... Taí o blog do cara onde ele lançou a referida expressão: http://carlaccio.zip.net/

E taí o outro blog do cara, com contos altamente recomendados, de uma doidera e intensidade incomuns por aí. Putaria como "tempero" da história, e não ao contrário: http://bluevelvet.zip.net/

E era isso. Até o ano que vem... Eu acho.

Rimas de fim de ano [sem rima!].

Segurar o meu ímpeto dói-me! Ah, e Deus sabe disso.

Dói-me nos rins, nos pés, nos braços, na cabeça e me faz ranger os dentes.

Faz doer mais ainda os meus culhões. Muito, mesmo.

Eles, tão mal-tratados e desconsiderados por esta pessoa...


Isso tudo em virtude da razão, que me foi ensinada nos primeiros anos de vida

[e ao longo dela],

e que me assombra e policia desde então


Ah, se as pessoas que me rodeiam soubessem o que se passa entre minhas orelhas,

logo abaixo desse cabelo esquisito...

Nem andariam perto de alguém como eu, por certo.


E chega o verão, a estação do calor...

E o calor pode fazer com que coisas estourem!


Imaginar as perdas que tenho me doem tanto, ou mais, quem sabe.

Afinal, tudo é possibilidade

Só esperando a ignição, a iniciativa criadora


Hou, hou, hou.

Jingle Hell's*

Hey Papai Noel...

O presente que eu quero tu não tem!

6 de dez de 2007

ATENÇÃO: Esse texto NÃO é meu!! Mas diz muito sobre o que eu penso...

Putz, tinha que compartilhar isso com os [3, e diminuindo...] leitores do C. E. [O dia que eu escrever desse jeito vou estar beeem feliz...]:

"Quando era criança, minha mãe me ensinou a respeitar os limites dos outros. Eu aprendi por conta própria a desrespeitar os meus. No colégio eu era sempre um dos melhores alunos da classe até passar a desconfiar do que me ensinavam por lá. Então passei a ser apenas o cara que tirava a nota exata pra não reprovar. As pessoas se esqueceram de mim e eu conseguia me manter discreto e me dar ao luxo de não pensar mais neles. Eu cresci e percebi que todas as pessoas bem sucedidas estavam dispostas e abertas a negociações. Então entendi que jamais jantaria no mesmo restaurante que eles. Minhas opções e convicções me transformaram num sujeito triste na maior parte do tempo. Então decidi que não ia tentar persuadir mais ninguém. Fico apenas desse lado da janela olhando as pessoas dançando felizes do lado de lá. Viro as costas para elas com a certeza de que o lado de cá pode até não ser o mais divertido, mas é o lado que escolhi estar. E a possibilidade de escolher não é pra qualquer um."


Esse texto é do escritor-ator-blueseiro-blogueiro-diretor-e-o-que-der-na-mente Mário Bortolotto. Simplesmente resume 90% [ou mais] dos rumos para os quais eu levei os meus dias. Impressionante quando a gente vê algo assim, alguém [que eu nem conheço pessoalmente] traduzindo e pensando o que passa na minha cabeça... Fora tudo isso o cara tem ótimos textos, e ótimos amigos que também tem outros ótimos textos...

Recomendo o blog do cara, fortemente!!
Taí o link: http://atirenodramaturgo.zip.net/