Essas coisas, logo aí embaixo... Palavras ditadas por um Ghost Writer.

26 de mar de 2009

Vamos linkar uma foto, enquanto o Seu Texto não vem...

Acho que uma "resenha" só será parida na sexta-feira, e olhe lá! Mas já postei uma imagem do domingo lá no Master_Liga. Não é uma foto do show, ou da banda, mas eu achei ótima. Por enquanto não vou explicar muito. Só dizer que a excursão foi legal, o show valeu o esforço e a experiência adquirida nessa viagem ainda não foi totalmente computada. E nem poderia ser agora, integralmente.

Mas eu queria "Just", "2+2=5" e "Wolf at the Door".
Ahhh, eu queria!
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Não Esqueçam passem [pra ver a imagem].
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20 de mar de 2009

E lá vamos nós

A incrível jornada começará por volta das 6 e meia da manhã desse sábado. E só termina deus-sabe-lá-quando! Quase perdi a excursão, tivwe de argumentar muito em casa, mas agora é definitivo... Lá vou eu ver os "cabeças de rádio" e o show de reunião dos "bítous", hahahahaha!

São Paulo que se prepare, hohoho!

[E tomara que eu consiga canalizar a minha empolgação para a produção de um texto fodão... Assim desejo.]



Saudações e até a volta, cambada!
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17 de mar de 2009

Back to the basic

Oba Lá Vem Ela
Jorge Ben


Oba lá vem ela estou de olho nela

Não me importo que ela não me olhe
Não diga nada e nem saiba que eu existo
Quem eu sou pois eu sei muito bem quem é ela
E fico contente só em ver ela passar

Oba lá vem ela estou de olho nela

A noite é linda e ela mais ainda
Todinha de rosa mais linda
Mais meiga que uma rosa
Oba lá vem ela estou de olho nela

Não me importo que falem que pensem
Pois sem saber ela é minha alegria
Ela tem um perfume de uma flor que eu não sei o nome
Mas ela deve ter um nome bonito igual a ela

Oba lá vem ela estou de olho nela

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Estou há dias pra elaborar um texto sobre a "atração incondicional". Tou numas neuras de explicar isso em seus vários âmbitos, mostrando não só os clichês - tipo Jesus e "amor incondicional" dele, clichê maior impossível. Até porque o que tenho em mente não é extamente [mas em parte] isso.

E aí eu escuto essa música do Jorge Ben [Jor] no rádio hoje. Não abrange tudo, mas explica com uma simplicidade ímpar.

E foda-se o resto, haha!
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14 de mar de 2009

Jornalismo, jornalista, blablablá

Novo post lá no meu outro blog. O tema da vez é um conjunto de mudanças no currículo de Jornalismo propostas pelo MEC, etc. Tá bem meia-boca, mas tá legal.

Leiam.
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13 de mar de 2009

Elliott, Kurt & Layne

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"Os melhores cantores são aqueles que calam a própria voz"

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Saca os caras do título [a saber: Elliott Smith, Kurt - esse eu preciso explicar?! - Cobain e Layne Stanley]? Poisé, tenho uma admiração muito doida por eles... Alguém vai pensar que é alguma espécie de loucura, insanidade, coisa e tal. Até pode ser. Mas esses caras cantaram a alma, colocaram nas músicas coisas extremamente pessoais, mas, no entanto, de entendimento universal. Não foram rasos nem pegaram leve. Era "pacote completo", genialidade+bestialidade. Afinal, coisas que a gente esconde dentro de si durante os dias e tal.

Eu tenho um texto, incompleto, é verdade, mas já bem desenvolvido, sobre esse "tipo" de caras. Uma dissertação formal, em seu formato, por incrível que pareça. Provavelmente seja um texto meio chocante e tal, visto que foge bastante ao senso comum. Mas e daí?! Eu acho que o que vale é mesmo é o conflito, de qualquer forma...

A dúvida, o questionamento e a diferença são as coisas que comunicam.
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6 de mar de 2009

"Cês" viram...

... o novo comparsa deste blog [e deste que vos digita]?! Sem a pompa e a circunstância necessárias recebemos, na semana passada, o Éder - estudante de "Jornalismo", escritor afudê e bebedor de vodka - aqui no CE. Uma parte dos meu planos megalomaníacos [risada má: uáááhahahahahaaha!!!] está finalizada, com isso. Temos três caras que entendem [literalmente!] do riscado aqui, e o CE volta a ser um blog "comunitário". Apesar disso, sempre deixo claro que sou Editor-revisor-gerente-e-DEEEUS-auto-intitulado do blog. Mas isso não vem ao caso. O que importa é que, aqui, todo mundo acredita em uma [UMA!!] coisa:

Jornalismo se aprende [e se faz!] é no boteco!
E tenho dito.
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3 de mar de 2009

Quase Um Alcoólatra

Para ouvir enquanto lêem o próximo post:

Quase Um Alcoólatra
Wander Wildner

Composição: Jean Carlo Morelli

Eu sei que eu ando bebendo demais,
Você já me disse.
Eu sei que eu ando caindo no chão,
E que isso causa uma má impressão.

Mas eu preciso disso,
Quero que você entenda,
Só quero que você entenda
O quanto eu preciso disso!

Sou quase um alcoólatra,
Quase um alcoólatra,
Eu sou quase um alcoólatra,
Quase um alcoólatra.

Damn Vodka With Fanta Uva

Ou como eu fui ao show da Damn Lazer Vampires e não estive lá

Vociferado por Pig Spirit, psicografado por Zuco

Tudo começou, por ironia, na mesa de um bar. Mais precisamente numa mesa do Xis do Alemão, defronte a Unisinos, quando convenci o sr. Thiago a gazear a aula de quinta(o dia da semana, não a qualidade da cadeira) para uma interação etílica. Depois da terceira ceva o Thiago comentou sobre sua intenção de ver um show da banda gravataiense Damn Lazer Vampires no sábado seguinte num barzinho em Cachoeirinha. Não era a primeira vez que ouvia o nobre colega comentando sobre a banda. Ele é um fã entusiasta do som que o pessoal faz. Um punk rock de qualidade com um visual vampiresco muito afudê, dizia ele. Estava curioso pra ver a performance da galera ao vivo, além de estar afim de mudar de ares(viver em Campo Bom está me matando). Por isso me auto-convidei pra participar da empreitada com ele. Thiago achou uma boa idéia (na mesa de um bar, regadas a cerveja, todas as idéias parecem boas), e combinei que se desse iria pra Gravataí no sábado.

Sábado, aniversário de 54 anos da gloriosa Sapiranga, onde trabalho como estagiário na Assessoria de Comunicação da Prefeitura. Intimado pra trabalhar (No sábado? Vocês tem noção?). Porém a convivência com os políticos está me tornando um negociador. Olha chefa, será que dá pra me incluir fora dessa? E não é que fui liberado! Mais não de graça. Foi somente graças ao meu trabalho na cobertura do Carnaval no domingo anterior(não desfilei, mas não saí da avenida). Vamos pra Gravataí, pois então.

Convidei o Tiago, meu primo, pra essa aventura. Munidos de quarenta reais no bolso(cada um) e um pacote de amendoim japonês salgado(meu grande vicio) partimos rumo ao desconhecido, digo, Gravataí. Saímos seis da tarde de CB. Uma hora de translado até são Leopoldo, mais uma hora até Gravataí, quando desembarcamos as oito e pouco naquilo que parecia ser o centro da cidade devido a configuração: um hipermercado, um posto de gasolina, uma praça, uma pizzaria e uma igreja nas imediações(já dá pra iniciar uma civilização por aqui, eu conclui). Liguei para que o Thiago viesse ao nosso encontro, antes de sermos assaltados ou estrupados(ainda antes de sair de casa minha mãe disse preocupada: não vai pra Gravataí, meu filho, aquilo é muito violento!).

Enquanto esperávamos fomos até o hiper nos preparar para a noite. Emborcamos reto no corredor de bebidas. Escolhi a vodka. Sempre escolho a vodka(tenho aprendido a falar russo também, mas isso eu conto em outra postagem). Já o Tiago queria um vinho e não estava afim de negociar. Não conseguimos chegar a um consenso e acabamos levando a vodka e o vinho. Além da Fanta Uva necessária pra deixar a vodka tragável. Fomos até a praça ali perto e esperamos a chegada do anfitrião.

Nove e pouco o Thiago chegou com sua camiseta de tiete do Dawn Lazers Vampires e fomos com ele até o banco pra sacar parte do seu suado dinheiro, que seria convertido posteriormente em cerveja(suor vira cerveja*, aguá vira vinho+, cada santo com seu milagre). No caminho ainda tivemos a oportunidade de nos depararmos com uma cena insólita: uma festa evangélica acontecendo dentro de uma funerária. Perfeitamente normal pra um grupo como o nosso que iria ver uma banda de vampiros dali a algumas horas. Mal saímos do banco já abrimos a vodka e preparamos nosso primeiro drink. O gosto doce da Fanta Uva escondia perfeitamente o ranço traiçoeiro do álcool. Fizemos uma longa caminhada até a casa do Thiago e já chegamos lá levemente calibrados. O cão do Thiago(eu preciso fazer essa reclamação) não gostou de mim. Não quero levantar uma falsa acusação, mas acredito que tenha sido por puro racismo por parte do pincher. Quando sai do banheiro da casa do Thiago ainda encontrei meu primo olhando apavorado para uma mancha de vinho no seu casaco. Olha só o que você fez, disse ele. O cara apronta o diabo na rua e diz pra mãe dele que sou eu o culpado, vai dizer que fui eu que derrubei o vinho também. È a vida, mas depois ele pagaria sua penitência e alcançaria a redenção.

Na parada encontramos a amiga de Thiago, a Tassi. Um morena, por volta dos seus vinte anos, estudante de biologia na Unisinos. Eis que surge um interresse romântico na trama do mocinho. Achei a moça bem interessante e até gostaria de te-la conhecido melhor, mas a essa altura o álcool já se embrenhara no meu organismo e começara seu trabalho nefasto. Talvez se parasse por ali, ou desse uma maneirada, seguiria melhor a noite e poderia investir minhas atenções na moça. Porém quando estou com uma garrafa de vodka na mão me peçam tudo, menos bom senso. Embarcamos no bus e seguimos rumo a Cachoeirinha.

Chegando as onze em Cachoeirinha encontramos mais um grupo de amigas do Thiago. O cara tem muitas amigas. Mais do que gostaria(não que ele não goste delas, mas é que algumas ele gostaria de passar da amizade para um outro nível de relacionamento, mas não entrarei em maiores detalhes – moças: qualquer dúvida em relação as intenções do rapaz, perguntem a ele). Minha língua já estava enrolando, seria um ótimo momento pra parar de beber. Mas ainda havia um litro da mistura mágica e eu simplesmente não conseguia parar. Ao chegar na frente do bar a duvida: o que fazer com a bebida?

Mocoziar o veneno foi a saída. Meu primo e eu levamos a garrafa até um murro e a escondemos numa folhagem pra pegarmos de volta na saída do show. Entramos no bar e nos deparamos com dois lances de escadas com uns cem degraus por lance(lembrem-se dessa escada, ela será importante no decorrer do relato). Chegando lá em cima, cada um marchou nos dez pila da entrada. Era um barzinho de uns vinte metros quadrados, com meia luz, bem pouco habitado, pelo que pude perceber. O lugar estava bem vazio. Bem mesmo. Uma duzia de gatos pingados andava pelas penumbras. As únicas mulheres pareciam ser aquelas que chegaram acompanhadas da gente. Fazer o que? Beber, eu disse. Como se meu figado já não estivesse trabalhando a toda. Ceva, pedi, só latinha, disse o camarada garçom. Dois e cinquenta a skol gelada. Tomei uma e disse: vou lá fora dar um teco na mistura e já volto. Peguei uma ficha pra poder retornar com o porteiro e desci as escadas. Degraus curtos, um corrimão de cimento salpicado, eu até persenti que aquilo ia dar merda. Fui lá dei uns goles homéricos e voltei. Mais uns minutos com o pessoal e desci novamente, fui até a folhagem e pensei(pensei só tecnicamente, que raciocinar de verdade eu não estava mais) vou levar isso até a entrada do bar e esconder atrás da porta. Grande idéia!(quando TODAS idéias parecerem boas você, com certeza, está BÊBADO!) Subi, desci, subi, desci. Isso era uma meia-noite, e já estava totalmente fora da casinha. Meu primo pediu que parasse de beber. Não ouvi e desci de novo. Cada vez andando mais rápido. Desafiando as probabilidades de dar merda. E desafiando a gravidade, que não estava mais do meu lado. Foi quando senti, descendo pela décima vez a escada, chegando no final do primeiro lance, que tinha errado o degrau. Control-alt-del, dá um pause, reseta, nada adiantou. Voei. E foi bom, por um segundo foi bom. Mas depois veio a parede, de encontro a minha cabeça, e cai. Devia saber que num enfrentamento entre o meu crânio e a parede eu sairia perdendo. Levantei não sei se sozinho ou com ajuda de alguém) e desci, tomei mais um gole de bebida, o resto da mistura. E era isso. Depois só me lembro das seis horas da manhã quando eu e os T(h)iagos estávamos na parada esperando um ônibus pra São Leopoldo. A essa hora minha consciência começou a voltar, devagar. O Thiago esperou junto da gente até o ônibus chegar, as oito da manhã, para só então pegar o seu ônibus pra Gravataí. Duas horas depois eu chegava em Campo Bom, as oito da manhã, e me atirava em minha cama.

Uma hora da tarde de domingo acordei, ainda bêbado. Levantei e fui tomar um banho gelado pra ver se o porre passava, pra só então poder curtir a boa e velha ressaca. Minha cabeça doía, por dentro e por fora. Até mesmo as gotas da água do chuveiro machucavam ao bater em meu couro cabeludo(não muito cabeludo). Comecei a fazer um levantamento de danos. Relatório de estragos: No topo da minha cabeça havia um caroço, que eu sabia ser da batida na parede. Na nuca, no lado esquerdo da base do meu crânio também havia um caroço de impacto. As extremidades dos meus dedos da mão esquerda estavam terrivelmente roxos, como se tivessem sido esmagadas. Também tinha muita dor nas costas, na altura da minha bacia, no lado esquerdo. Além de pequenos arranhões na mão direita e uma mancha roxa na perna direita, parte posterior da coxa. Além da batida no topo da minha cabeça não sabia dizer de onde vieram os outros hematomas. Era preciso remontar a noite e não tinha as peças do quebra-cabeças. Liguei para o Thiago, o de Gravataí. Perguntei se estava tudo bem, se tinha aprontado muito(se EU tinha aprontado muito). Não, tranquilo, disse ele. Não acreditei, devia ter feito muito fiasco na noite anterior. Peguei meu guarda-chuva e sai mancando naquela tarde mormacenta de domingo até a casa de meu primo Tiago.

Ele tinha a outra parte da história, aquela que eu não me lembrava. E contou. Logo que desci as escadas os dois ouviram o barulho de minha queda e imaginaram que podia ter sido eu voando escada abaixo(me lembrei agora da cena final do Exorcista, logo eu que sou ateu, e não quero morrer igual a um padre lutando com o demônio). Me encontraram semi-consciente(por causa da bebida, por causa da batida, por causa da formação escolar numa instituição pública) e me rebocaram para o banheiro no segundo andar. È bom lembrar que eu ainda conservava a capacidade de andar, o que possibilitou minha remoção. (Para aqueles que não me conhecem é bom saberem que pertenço ao grupo dos grandes mamíferos, tenho 120 quilos e se eu cair num lugar e decidir não cooperar só um guincho pra me remover).

Chegando no banheiro os dois tentaram técnicas avançadas de ressuscitamento desenvolvidas pelo MIT(Massachusetts Institute of Tecnology) arremessando água fria na minha cara. O que explica o penteado, ou a falta dele, que eu apresentava quando cheguei em casa. Depois de me colocarem mais ou menos lúcido, os T(h)iagos me removeram até a parte de baixo do bar. Decidi não perguntar mais nada ao Tiago sobre o que fizera na noite anterior. A degradação só tem graça quando vem de pessoa alheia. Não sei ainda tudo o que aconteceu aquela noite. Nem sei se quero saber.

Resumindo: não sei se vi o show da Damn Lazer Vampires. Os caras se vestem de vampiro, tocam punk rock podreira(no bom sentido) e mesmo assim não consigo me lembrar se vi ou não o show deles naquele sábado a noite. Sei que vou voltar a beber, mas espero não chegar a tal ponto novamente. Agora ainda é fácil fazer essa afirmação, pois meus dedos da mão esquerda doem enquanto digito esse texto. Fora a minha cabeça que ainda está latejando(não descarto uma tomografia do crânio nos próximos dias). Acredito que muita coisa em nossas vidas esteja fora de nossas mãos decidir, mas pelo menos espero poder ter algum controle sobre meus atos. E a bebida não me dá essa possibilidade. Pretendo não ter mais que depender de terceiros para dizer o que eu fiz na noite anterior.

Peço desculpas aos T(h)iagos que aguentaram as pontas enquanto eu entrava em orbita. Ao primo Tiago por ter de me pajear ao invés de chegar na linda morena amiga do Thiago na qual ficou interessado. Ao colega Thiago, por ter sido um lorde Inglês ciceroneando um Irlandês maluco de 120 quilos e seu primo gente fina saído direto da renascença. E até mesmo a Tassi (devo ter causado uma má impressão tremenda com a guria) a quem gostaria de ter conhecido melhor, mas acabei estragando tudo.

Emfim, não sei se cumprirei essa meta. Já tinha prometido que não beberia mais tanto desde aquela vez quandoeu e meus amigos fomos parar na delegacia e eu fraturei a mão(Uma história pra outro post). Um dia espero alcançar a redenção, mas só depois de chafurdar mais um pouco no lodo da existência. Só espero não quebrar o pescoço no caminho. Enfim, é a vida. E a Vodka com Fanta Uva.


Comentários escritos, nem sempre lidos ou comentados

Semana passada recebi um ofício pelo correio no qual o nobre colega Thiago me convidava com toda a pompa e cerimonia pra participar de seu blog, Comentários escritas. Na verdade o convite foi feito numa mesa de bar regado a muita ceva e a uma distância segura das aulas de jornalismo que transcorrem mesmo quando não comparecemos para assisti-las. O Thiago é um grande amigo com quem sempre se pode contar. 1, 2, 3, 4. Entendeu a piada? Contar. Esquece!

Esse é meu primeiro post. E acho que será um dos mais curtos que vocês vão ver por aqui. Estou sempre tentando exercitar meu poder de síntese. Mas nem sempre consigo. Tentarei.

Meu nome é Eder. 120 quilos e subindo. Cem anos de solidão. Clube da Luta. Azul. Firefox. Baixinhas. Skol. Vira-latas. Loiras. Morenas. Sopa. As que derem sopa. Negras. Preto(cor, não pego homem).29 anos. Ateu, graças a Deus. Solteiro. Jornalismo. Estágio. Miséria. Homer. Rubem Fonseca. O Cheiro do Ralo. Heminguay. Tiro na cabeça. Meu codinome é Zuco.

“O Thiago é um homem da palavra”, disse o professor que não conheço quando encontrou eu e o Thiago bebendo no bar. Foi um ótimo alógio. Fiquei com inveja do cara. Na verdade eu tento dominar meu lado mal, mas não consigo. Saiba, Thiago, que sofro da síndrome de Caim, e um dia ainda posso rachar seu crânio com uma pedra. Hehehehe. Nunca se sabe...

Eu, por minha vez, não escrevo, psicografo. Recebo os textos de um espirito de outro nível de experiencia existencial. Acho que não de um nível mais elevado. Provavelmente de um nível inferior de existência. Já disse a ele pra parar de ditar suas experiências, que não acredito nessa merda de espiritismo. Mesmo assim ele só me deixa em paz quando digito os textos para ele. O nome dele é Pig Spirit. E, antes que me esqueça, quero mais que ele não ache a luz nunca, esse chato de carteirinha.

Meu próximo post será enorme. Se a história vai valer a pena, só lendo pra saber. Os ranhentinhos que estão acostumados a entrar na internet só pra ler um ou dois parágrafos vão abandonar o texto. Vou obrigar meu amigos a lerem meus posts, ameaçando não falar mais com eles. Se não lerem mesmo assim é porque meus textos são muito ruins. Ou meu papo é muito ruim. Ou as duas coisas. Pensando melhor acho que não devo ameaçar aqueles que se arriscam a ser meus amigos.

Para meu próximo texto peço que ouçam a música do Wander Wildner, Quase um alcoolatria. Dito isso, até!

2 de mar de 2009

Megalomania pouca é bobagem, e até algum Jornalismo

Bom, vocês podem não saber [aham, claaaro...], mas eu curso Jornalismo. Sim, lááá no final de 2005, terimando o Ensino Médio, eu pensei "bá, jornalismo deve ser legal, e afinal de contas, quem vai querer fazer jornalismo hoje em dia?". Poisé, cai na piada... A faculdade de Jornalismo deve ser uma das mais "concorridas" [na real a concorrência nem é tão grande, tem muita gente ruim, a questão é que tem muito mais gente do que o mercado absorve...].

Tá, mas contei toooda essa história triste pra dizer que tenho um novo blog, mais um canal pra "espraiar" minha loucura e megalomania. Mas, contudo, porém, no entanto, lá a coisa é mais "jornalística", seja lá o que isso quer dizer. O conteúdo é para a disciplina de "Jornalismo On Line". Acredito que vá ter de tudo um pouco lá. Música, rock, guitarras, música, rock guitarras... Bom, quer dizer, também vai ter isso, mas outros assuntos também "brotarão", tipo... ah, tipo... Bom, vocês verão [e eu inverno, hahaha!]...

Portanto, acompanhem o tal blog e vejam algumas matérias, entrevista, blablabla. Vai ter encheção de linguiça, mas, o cara legal que aqui escreve também estará naquelas linhas.

O nome do blog é tri original [tem uma história longa - nem tanto! - sobre isso, mas quem se importa?!]: comentários.digitados. .

Acessem. Pro bem de vocês, hahaha!
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