Essas coisas, logo aí embaixo... Palavras ditadas por um Ghost Writer.
11 de jun. de 2012
O novo Cascadura é paradigma pro rock nacional ou... só com Aleluia pra preguiça de resenhar largar desse corpo
15 de mar. de 2011
Dominando o mundo!
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Vai lá comenta. O link taí, ó: http://j.mp/iaJLZh
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Abaixo, um print da página, só pra dar um gostinho/te incetivar a ir atrás:

10 de mar. de 2011
14 de fev. de 2011
Uma noite na Capital com MESS e Walverdes

Quarta-feira. Chuva, pouca grana & correrias mil. Cabeça pedindo um escape. Som (bom e) alto, trago e diálogos despretensiosos – despretensiosos mesmo? Desde a semana anterior tentando decidir, ir ou não ir. Apresentações fodonas e gente legal: ir. Sem tempo, deslocamentos insanos e gastos proibitivos: não ir. Gtalk piscando aqui e ali: ir certamente.
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O 'ir ou não ir' em questão se referia à edição do projeto “Las Locas Quartas del Dr. Jekyll”, que na edição da última semana colocou no palco(?) do bar as bandas MESS e Walverdes. Decisão tomada (ir!), rumei de Gravataí (aka Bromelândia) à Capital da Província, HAPPY HARBOUR – segundo Paul McCartney, orientado por nativos.
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Ônibus esparsos, percurso longo. Neil Young embalando o passeio noturno. Rock n' roll can never die. Próximo a meia-noite encontro o MANO Taiguara no centrão de Poa – Camelódromo feelings. Subimos a Dr. Flores, uma rua pra cá, outra pra lá... Caímos na Cidade Baixa.
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Na chegada ao Jekyll, indecisão (1) e surpresa (2): 'pegar uma ceva no Bell's? (1)' e 'bastante gente pra uma quarta de fevereiro! (2)'. Não fomos ao Bell's e, pelo calor e a caminhada, pegamos a primeira CEWA no recinto dos shows - antes, na fila para a entrada já ouvia um Kyuss rolando lá dentro. Sorri virtualmente.
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Aos duros, Kaiser. Sendo gelada numa noite quente, ótimo. Ao entrar a exclamação da chegada se reafirma: realmente tem bastante gente, mais do que o habitual, ao que parece. Também anormal, aparentemente, o número de moças – E Deus salve o verão e seus tecidos esvoaçantes/curtos/justos. It's only rock n' roll. But I like it.
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E aí vai-se encontrando o pessoal de sempre. Ou de nem sempre. O Tito, da Telecines (de anos em festa), a Alessandra, da Lautmusik, o Andrio (Superguidis, Urso e um TC sobre Nirvana que vai pra gaveta?) e mais um ou outro que eu cumprimentei – péssimo hábito esse de não mirar o rosto das pessoas. Um outro tanto de gente que eu conheço, mas pela bicho-do-matisse-aguda não acenei. E a Jana(ína), moça que tava de DIDJÊI, e pra qual eu já tinha dado um ou outro pitaco – sou chato – musical anteriormente.
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Papo aqui, papo ali, não demora muito começa a primeira apresentação.
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MESS – A banda, em comparação aos colegas de noite walverdianos, é relativamente nova, mas todo mundo já tem um tempo de estrada com bandas anteriores.
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Vi uma apresentação da banda há cerca de um ano, mas dessa vez eles mostraram uma “presença de palco” diferente. Parece que acharam uma coesão ou sei-lá-o-quê na performance ao vivo que eu não tinha percebido da outra vez – uma coisa que parece fazer transparecer a frase 'nós sabemos o que queremos e o que estamos fazendo' na fisionomia dos integrantes. Talvez dê pra resumir esse monte de metáforas que eu amontoei em um adjetivo: segurança. Isso define a postura dos quatro integrantes.
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A MESS faz referências a PJ Harvey, Mark Lanegan... E, talvez ninguém entenda essa diretamente: Johnny Cash, pelas linhas de baixo e melodias que me lembraram um tanto o country do Homem de Preto – no dia após escrever esse parágrafo descubro que eles iniciaram o show com uma versão do cara; tou bem em achismos e adivinhações, hehe.
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O ritmo das músicas fez o público se remexer (dançar?) displicentemente, devagar. (Nota mental: a MESS tem um som MASSA pra chamar uma mina pra dançar junto, numas de #vemcáminhanega.).“Don't Mess with my Heart”, já registrada em gravação pela banda, parece mais pulsante e envolvente ao vivo. Musicão. E me ganharam, num golpe baixo, quando tocaram uma versão de “Make It Wit Chu”, do QotSA. Tocar um som da banda mais foda do planeta é covardia. Mas, provando serem mais malvados, fecharam a noite com (a já citada) PJ. Curto-os cada vez mais. Do it too!
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Mais discotecagem, mais contato (anti)social. Mais CEWA – agradeço a quem me cedeu goles quando meus copinhos plásticos secavam. Tempo pra descobrir que, mesmo com o tempo nublado, a temperatura não chegou a um totalmente confortável para sair de calças. Mesmo a noite. Calor = CEWA sempre à mão. No som, entre outras cousas, um ou outro 'hit' da madrugada da eMeTeVê.
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Começa a seção de WALVERDIANAS.
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(É interessante registrar que faz algum tempo que eu tento cumprir uma meta em shows da Walverdes: me comportar, parecer um guri 'direito'. Explico: sempre quando ouço os caras perco – ainda mais! – a noção social. Começo a pular e bater cabeça em movimentos caóticos e, sabe-se, isso é meio 'incomum' no meio portoalegrense, onde a maioria do pessoal preza MUITO pela pose e pelo penteado, hehehe. Essa reação involuntária acaba atrapalhando 'outras ações noturnas', como ARTICULAR um #eaêminabelezza? pra umas loirinhas aparentemente simpáticas postadas no entorno, na hora do show. Mas enfim, azar... Uma vez mais passei por cima dessa resolução.)
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Poisentão. A Walverdes iniciou os trabalhos da noite com “Altos e Baixos”, do monolítico Playback, de 2005. E o que veio depois foram mais pedradas. A ordem delas a (falha) memória não me entrega, mas ouvi “Saturno”, “Viajando na AM” (que fazia algum tempo que não aparecia nos setlists da banda, pelo que lembro), “O Mundo Não Pode Parar”. Após umas quatro ou cinco músicas o Mini reclama da voz, que está acabando. O Andrio, que também tava ali frente ao palco é recrutado e assume o microfone. Eles mandam “Suck You Dry”, do Mudhoney, e “Breed”, clássicão do Nirvana (do ainda mais clássico Nevermind, hoje um rapaz prestes a completar VINTE anos).
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Também tiveram, claro, músicas novas, como “Basalto” e “Não Edifício”. Interessante o uso desses trocadilhos nas letras – 'mais alto' e 'não é difícil', respectivamente. Certamente a gramática tem uma definição pra isso. Eu não lembro. As canções do recém lançado “Breakdance” parecem minimalistas (não é trocadilho com a coluna do Mini na Oi FM, hehe!), mais 'retas' em comparação ao peso do disco antecessor.
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E eles ainda tocaram uma pérola que (pelo menos) eu nunca vi entre os mp3 da banda – lapso meu? –, “Adeus Mussum”. Música essa que provavelmente não se chama Adeus Mussum, e que cita, além do Rei do Mé, outras personas 'idas' como Mário Quintana, Bukowski, Teixeirinha e Kurt Cobain.
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Após o final com o medley walverdiano de Swett Leaf e uma faixa instrumental que aparece no final do Playback, o Jekyll volta a discotecagem. Hora de pagar a comanda e pensar na hora pra pegar o ônibus pra voltar à PÁTRIA GRAVATAIENSE para, horas depois – num bate-e-volta mucho louco – estar novamente batendo perna na Capital. Mais leve e alegre do que antes, certamente.
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(Eu geralmente dou links aos nomes - de bandas, pessoas... - citados nos texto. A preguiça não deixou dessa vez. Erasisso.)
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(Post atualizado com fotos de Theo Portalet)
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28 de dez. de 2010
2010 Rocks!
Em 2010 Cachoeirinha (consequentemente Gravataí?!) e a região voltaram a ser mais rock. É só ver os cartazes colados pelas ruas, a gurizada nas noites do final de semana indo de lá pra cá nos shows que já não são mais escassos. Até banda BAIANA esteve agora há pouco, visitando nosso Segundo Lar (vulgo Jack Rabbit)! Seja reclamando, assistindo, tomando ceva, tocando ou pagando a conta, uma cena rockeira (res)surgiu num lugar onde já marcaram época saudosos Carioca's, Full Rock's, Jockey's, Bar Brasis ou a esquina da casa liberada com violão e trago de alguém...
A On The Rocks – sem NENHUMA modéstia – sente-se parte de tudo isso que acontece. Das festas que organizamos ou não, das que presenciamos ou não. Porque pode parecer piegas às ganhas (e é!), mas levamos esse tal de roquenrou como uma paixão, acima de tudo. E quando a gente percebe que, durante o ano que está acabando, uma galera passou a (re)aparecer em shows, lotar festas e curtir junto, cremos que as ações que levaram a isso não foram isoladas, e sim o conjunto de várias iniciativas legais.
Sem mais delongas e chororôs: VALEU e parabéns a todos os envolvidos com esse tal de roquenrou em Cachoeirinha, Gravataí e no universo em geral. Mas, em especial, um obrigado a quem deu atenção e prestigiou alguma das edições da On The Rocks. Pra quem entende que não importa de onde se vem, mas sim a cuca aberta e a vontade levar adiante, com originalidade e idéias, esse som que muda o mundo há uns 60 anos.
Se o ano que agora está prestes a se tornar um zumbi foi MASSA, preparem-se para 2011. Vem aí mais bandas, mais barulho, mais discotecagem-caça-tesouro. Enfim, mais ON THE ROCKS. (Escriba em prantos, hahaha!)
26 de out. de 2010
3 de jul. de 2010
Songs for the Deaf
14 de jun. de 2010
Foi foda, só pra variar (On The Rocks #3).

13 de jun. de 2010
Mark Lanegan no Brasil...
13 de mai. de 2010
Quem foi, foi. Quem não foi...
... PERDEU, truta! Mais fotos no Flickr da On The Rocks.
6 de abr. de 2010
Aloha, 2010!
Nesse tempo sem atualizar o CE algumas coisas aconteceram na vida deste escriba (não muitas, mas signficativas, creio):
Provavelmente meu QI diminuiu devido à falta de uso e exercício nos últimos 9 ou 10 meses;
Fui ver o Sonic Youth e o Stooges (isso eu avisei aqui?) e comecei a escrever sobre...
Virei um "produtor cultural" (vulgo rockeiro-vagabundo-organizador-de-shows-que-rendem-pouco-mas-divertem-infinitamente) e organizo, ao lado do grande (mas não muito alto, hehehe!) amigo Taiguara, a "@onthe_rocks" - festa que veio pra ser um reduto do rock AO VIVO na Região Metropolitana de Porto Alegre, em contraponto às crescentes festas de discotecagem na Capital;
E, contraditoriamente, passo a gostar cada vez MENOS dos passeios noturnos (e os malditos rituais juvenis de sociabilidade);
Não tenho mais estágio - PROCURO emprego/estágio/trabalho-escravo! (Em Comunicação ou não, fazeroquê?!);
Estou tocando, junto a uns colegas da #Unisinos, um projeto de Rádio megalomaníaco: traçar um panorama do rock independente em Porto Alegre e região...
... E provavelmente alguma outra coisa engraçada/interessante (ou nem tanto) que certamente devo ter esquecido. Ahhh! Fiz um Flickr, procura por "thiagoks" por lá.
Pra "comemorar" a volta, vou postar a resenha que fiz da primeira edição da On the Rocks, que teve como atrações as bandas Frida (preferia quando o nome era Frida Kahlo, mas tudo bem...) e TeleCines. Dêem uma olhada e comentem, por favor.
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24 de out. de 2009
Apontamentos soltos de final (?) de primavera
Cabeça.
Minha cabeça pesa nesse momento. A menos de 10 horas eu estava numa #HorrorShow, lá no #LaikaClub (valeu, "Obama De Cachos"!). Tantas cervejas quantas eu não devia gastar, mas foi legal (pra caralho). Tocaram tudo que eu pedi, e eu fui um chato que pediu 3 (TRÊS!!!) músicas. E essa lógica de TomaCeva-NãoDorme-ComeçaOutroDia tem sido uma constante nos últimos tempos. Selfdestruct, é assim que se escreve?! Mas o que realmente importa é que eu chego à conclusão de que a "noite", assim, de ir a "festas" e tal, já não me diz muita coisa. Na verdade nunca me disse, mas agora eu tou ficando velho o suficiente pra admitir que eu não levo jeito pra esses rituais de empatia e tal.
Importantíssimo dizer que, no último mês eu fiz parte de uma banda. Que se apresentou em um palco, inclusive! A Boltz... Ahhh, a Boltz. Certamente a aprendizagem que eu tive foi bem importante pra eu (re)avaliar minhas idéias músicais - e principalmente a execução delas -, apesar de, musicalmente, a Boltz não ter referências musicais muito próximas ao que eu pretendo explorar.
E o Jornalismo, ô meu?! Me dá tantas dores de cabeça quanto garrafas de Polar (que é "exportada de Sta. Catarina pra cá, sabia?). "Bom"exemplo disso é o Enfoque, jornal comunitário do qual "participo" em uma das disciplinas desse semestre. Sinto que o meu trabalho não deslanchou, eu tenho muito mais questionamentos do que proposições. Me sinto um peixe pulando no chão de um barco, me debatendo e tal. Eu tenho circulado pelas Ciências Sociais, e tem sido bom. Melhor, na verdade. A verdade, mesmo, é que eu não devia estar estudando agora, tou contemplativo demais pra pensar. Mas...
Mas a coisa mais doida a se falar é que dia 7 próximo estarei em São Paulo , pra ver o Sonic Youth e o Stooges no festival Planeta Terra. Uhúúúl. É isso que me interessa e me faz ser feliz. Sobre isso eu posso escrever rios, por que é a música que me toca. Ponto.
E por fim, mas certamente tão importante (ou mais) quanto os assuntos, tenho praticado arduamente para ser mais cara-de-pau com as meninas desse Brazil... Tarefa árdua, visto que eu não pronuncio certas palavras e fico mudo proporcionalmente ao interesse que tenho em "conhecer" uma guria - salvo raríssimas exceções. E as coisas tem parecido um pouco mais fáceis, tenho conhecido (e reconhecido?) garotas realmente legais. Engraçado com ela(s) não devem fazer idéia de como eu ligo pra elas - apesar de alguns empecilhos causados pela monogamia, maldita.
Obs.: Isso foi, na real, muito mais um exercício ao qual me submeti pra atualizar o blog e exercitar a escrita do que um texto inteligível. Voltaremos.
Obs 2.: Não coloquei todos os links que queria (e deveria) no texto. Pressa. A internet me falta em casa.
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9 de out. de 2009
Caralh#...
O que REALMENTE importa é que eu vou ver AO VIVO o Sonic Youth e o Stooges - com a formação do "Raw Power"!
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24 de set. de 2009
26 de ago. de 2009
15 de ago. de 2009
Nesse sábado, em Cachoeirinha

Divulgando um show de rock na região. Com uma boa banda, que é Os Vespas (até já fiz uns comentários sobre eles aqui, no CE).
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12 de ago. de 2009
"Elevator GOIN' UP!"
Mas eu vim aqui atualizar essa coisa só pra uns comentários rápidos:
#LittleJoy - não vou (DE NOVO!) ao show... Muita grana, muita mão, sem parcerias dispostas. Estou ficando velho. ALÉM DISSO, vocês já devem ter notado o "branco" que ficou na postagem anterior. Pois bem, ali eu tinha postado uma imagem de outro site com um flyer dos shows do #littlejoy no Brasil e tal. Apagaram o site, ou a imagem, e como não guardei cópia, fica assim.
#ThemCrookedVultures - vocês já ouviram falar dessa banda, né?! ela reúne os melhores guitarrista-e-baterista da atualidade, Josh Homme (#QotSA) e Dave Grohl (#FF e #NIRVANA!), respectivamente (FINALMENTE o Grohl voltou a SENTAR A BUNDA no banquinho da bateria, pelamordedeus!). Pra completar, simplesmente, JOHN PAUL JONES como baixista. Você NÃO sabe quem é ele?! Pois não merece respirar, então...
A história sobre o #TCV é longa, e a minha madrugada é curta, portanto, com este PONTAPÉ que lhes proporciono, saiam a busca de informações na internet (#orkut, #facebook e #twitter são boas pistas). Abaixo, 14 SEGUNDOS do que eles já liberaram (eles fizeram o 1º show essa semana, mas os arquivos na internet são de baixa qualidade):
Mais um link para o Crooked Vultures aqui.
Infos AQUI.
Acho que erasisso. Fui-me!
3 de ago. de 2009
Joy(nha)!

(Da última vez, em pleno mês de fevereiro, o pessoal reclamou do calor. Ainda bem que agora, em agosto, não tem falta de refrigeração que atrapalhe o show, hahahaha!)
Tou lá, já. (Perdi quando vieram no início do ano, mas vi a reunião dos Hermanos, e mês passado vi o Camelo - com o HURTMOLD, tenho que escrever sobre, ainda! Dessa vez não posso deixar de ver o show do Little Joy. Certo que não.)
INFORMAÇÕES AQUI.
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21 de jul. de 2009
De Dostoiévski a Bataclan - Festival de Inverno de Porto Alegre

De 27 a 31 de Julho
9h30
Será oferecida uma introdução ao pensamento de Nietzsche e Dostoievski sob a ótica de sua atualidade e relevância, abordando, a cada dia, um aspecto essencial de sua filosofia.
De 28 de Julho a 2 de Agosto
sessões: 15h, 17h e 19h
Ciclo de Cinema - Sala P.F. Gastal da Usina do Gasômetro
Exibição do documentário Conversas com Jean-Luc Godard, de Alain Fleischer (diretor da Le Fresnoy), inédito no Brasil (dias 29 e 31 de julho e 2 de agosto);
Sessão comemorativa dos 25 anos de lançamento do filme Nunca Fomos Tão Felizes, de Murilo Salles, com a presença do diretor e do ator Cláudio Marzo (30 de julho, 19h);
Lançamento do livro Dicionário de Filmes Brasileiros, de Antônio Leão da Silva Neto, com a presença do autor (1º de agosto, 17h).
30 de Julho
18h30 - Palestra
Contra os Mitos Argentinos - Juan José Sebreli - Teatro Renascença
Juan José Sebreli é dos maiores sociólogos da Argentina e também uma estrela midiática. Autor de Cômicos e Mártires - Ensaio Contra os Mitos, demole alguns dos maiores ícones de seu país, como Maradona, Carlos Gardel, Evita Perón e Ernesto Che Guevara.
19h - Show
Bataclã FC (show Richard Serraria) - Teatro de Câmara
A banda gaúcha Bataclã FC se apresentará no 4. Festival de Inverno no Teatro de Câmara dia 30 de julho às 19h como convidada do músico Richard Serraria com o show Crenças ao Céu Aberto.
1º de Agosto
19h - Show
Pública - Teatro de Câmara
Grande vencedora do Prêmio Açorianos de Música 2008, a Pública será uma das atrações do 4. Festival de Inverno e faz seu show dia 1º de agosto às 19h, no Teatro de Câmara.
21h - Show
Banda Municipal de Porto Alegre – Teatro Renascença
Set List:
1) Dja (abertura do espetáculo com um tributo à Djavan) arranjo de disco; com a Banda Municipal somente
2) "Suíte Pernambucana de Bolso" composição de Mestre Duda; com a Banda Municipal somente
3) Ângela Jobim canta "Baby" e "Tropicália", ambas de Caetano Veloso
4) Vanessa Longoni canta "Sabiá" de Tom Jobim e Chico Buarque e "Arrastão" de Edu Lobo
5) Marisa Rotenberg canta "Alegria Alegria" de Caetano Veloso e Sá Marina de Antônio Adolfo e Tibério Gaspar.
6) Andréa Cavalheiro canta "Que Pena" de Jorge Benjor e "Cérebro Eletrônico" de Gilberto Gil
Outras virão. Pode ser que feche o espetáculo com "Panis et Circences" com as quatro cantoras juntas.
Shows
2) No dia 25, a venda será transferida para o Centro Municipal de Cultura (av. Érico Veríssimo, 307) das 13h às 18h.
3) Apenas a partir do dia 26, se ainda sobrarem ingressos, as bilheterias dos locais de shows vão vendê-los.
Preços
Os shows no Teatro Renascença, Teatro do CIEE, Theatro São Pedro, Teatro do Bourbon Country e Opinião entre os dias 26 de julho e 3 de agosto custarão entre R$ 10,00 e R$ 20,00.
Todos os shows no Teatro de Câmara e na Usina do Gasômetro serão gratuitos. Para estes será necessário retirar senha uma hora antes dos eventos no local.
Cursos, oficinas e palestras
As inscrições para os cursos e oficinas começaram no dia 3 de julho na Livraria Ilhota do CMC, das 9h às 12h e das 13h às 18h. Não há inscrições via internet.
Endereço: Centro Municipal de Cultura - Livraria Ilhota
Av. Erico Verissimo, 307 - CEP: 90160.181
Telefone: 3289-8069
Preços
Palestras Gratuitas
As palestras no Teatro Renascença serão gratuitas, com retirada de senhas no local uma hora antes dos eventos.
Ciclo de Cinema
Mais informações no site da Secretaria de Cultura de Poa, nesse link.
Obs.: Eu ia postar algo totalmente diferente, ainda relacionado ao meu "encontro com o jazz", mas esse Serviço se fez urgente. É provável que os ingressos e inscrições acabem MUITO rápido.
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14 de jul. de 2009
O Rock

Pois este é o rock. Que me faz sentir mal a cada vez que começo a me acomodar num modelinho de vida-fácil-classe-média-universitária, com chimarrão no fim de semana e gola pólo; meninas-almofadas legais e meio insossas. Que não se encaixa no Brazilian-ghetto-way-of-life que a Regina Casé insiste, semanalmente, que eu devo seguir (por ser da periferia).
Eu podia ser um ignorante feliz, mas não. Ele entrou na minha casa e roubou minha atenção, capturou minha mente. KURT Cobain, distorção grito & Pennyroyal Tea. Foda-se o mundo, eu vou ser diferente, vou trasngredir. As regras, os acordos, a hipocrisia. NÃÃÃÃÃOO!
Viveria bem tendo feito o curso do Senai de Mecânica, Segundo Grau, no máximo alguma facul de alguma coisa também mecânica (ambos, objeto de estudo e aprendizagem, mecânicos), sonhar com carro tunado, garotas dançando um funkezinho safado, ficar parado com cara de macho-ALFA-bobão num posto de gasolina qualquer. Ora, o prazer das pequenas coisas. Ora, a ignorância É UMA BENÇÂO!
Ele não permitiu, ELE fez com que eu questionasse e o life-style simples que me chutou a bunda durante toda a vida colegial até então (e quem disser que a escola NÂO é o ambiente mais hostil do mundo não tem um pingo de neurônios no mar salgado que é o cérebro...). Eu aprendi o quanto é engraçado não ser engraçado, assustar pessoas e contrariar as pessoas. Um outro mundo é possível, não?!
Não. Esse é o mundo, e com ele você vive como pode.

Mas nesse mundo eu criei outro. Com letras do A-B-C & dissonâncias & melodias & harmonias & barulhos. E nesse espaço-tempo que eu levo comigo pra passear poraí, eu crio um Frankestein há anos; ele ainda não ganhou vida pra levantar e apavorar o mundo, mas eu creio que, um dia, eu ache a fórm(ul)a pra que o meu animalzinho avance sobre as multidões bovinas, ruminando distorções.
E além de tudo isso, agora, ele me ensinou a ser dissimulado e velho como EU sou dissimulado & velho & cético & meio-cínico & descrente (com quadris largos de PSEUDO-cevada acumulada que eu tanto me regozijo). É isso aí, Josh e Lanegan.
O dia sacramentado do Diabo Rock foi ontem. Hoje, eu - preguiçoso e atrasado MÓR - falo dele, porque ele não me deixa livre NENHUM DIA desde o distante ano da Graça de Deus de 2002, do Ronald(inh)o com cabelo do Cascão & fim de Primeiro Grau.
Rindo, me debulhando ou caindo (de tragos & prantos) o rock não larga do meu pé NENHUM dia. Meus dias em oferenda à ele.
GOD gave Rock n' Roll to you, ass hole bastard.

Obs.: Foto 1 = Macaco Bong, afudê pra caralho na quinta passada.
Obs 2.: Foto 2 = Shows da Damn Laser e copos de vidro cheios de ceva NÃO combinam.
Obs 3.: Culpa pelas fotos = Void (menos na que eu apareço com a MINHA guitarra).
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