Essas coisas, logo aí embaixo... Palavras ditadas por um Ghost Writer.

23 de dez. de 2006

Textículo (texto pequeno!!) sobre fatos do fim do ano

1 - Acabou, a duas semanas, o MELHOR PROGRAMA (!!) Rede Atlântida (na verdade, atualmente o único "ouvível" naquela rádio... Inventei uma palavra!!!), o GASÔMETRO!!! De forma sorrateira e maquiavélica colocaram no lugar do programa do Gastão Moreira aquela programação ridícula e sem-graça da Atlântida, como se nada tivesse acontecido!!

Mas aconteceu algo, e algo SÉRIO!! O Gasômetro não era só mais um programa que tocava rock numa rádio por aí, era algo totalmente avesso ao que atualmente (e quase sempre diga-se de passagem!) povoa as rádios FM's, a música comercializada, feita em processo industrial, sem qualquer amostra de algum sentimento ou seja lá o que for (o tipo de música que entra num ouvido e sai pelo outro, sabe?!), o jabaculê, e milhares de outras coisas ridículas que se podem encontrar no dial do seu (e do meu!!) rádio!! Muito pelo contrário: era um programa em que toda a boa música tinha espaço, de qualquer lugar do mundo, e de vários estilos diferentes!!

Mas vamos aos fatos: eu já tinha estranhado quando trocaram o programa de horário (passou das 12 as 14 de sábado para 20 as 00 de domingo), mostrando já uma vontade de "varrer o programa pra debaixo do tapete (entenda-se debaixo do tapete = tirar o Gasômetro da programação diurna!)"... E agora, poucos meses após a mudança de horário, o programa é tirado do ar!! Infelizmente essa é a realidade do ÚNICO PROGRAMA DE RÁDIO em que eu ouvi uma música do "Bleach", do Nirvana, ser tocada (por que o Nevermind todo mundo toca!!)

Isso só mostra que, no mercado fonográfico nacional (rádios, gravadoras, jabás, etc...), não há espaço para uma programação que privilegie a diversidade musical! Músicos e bandas (na grande maioria independentes!) que não tem o "apoio" do jabá não tocam em rádios comerciais, não tem a mínima chance de mostrar seu trabalho, e por consequência temos uma programação "engessada" e repetitiva, e gravadoras (merecidamente!) afundando por causa da pirataria!!

2- (assunto de cunho pessoal) o Thiago está vendo um filme muito parecido com outros que já viu tomar forma: a guitarra pra canhoto, o "Analfabeto Funcional" (música registrada, porra!!) e outras canções, ficarão no limbo em 2007, se as coisas continuarem do jeito como se encaminham nessas duas últimas semanas de final de ano...

Mas agora o Thiago aprendeu a gravar os sons da sua guitarra direto no computador (a dependência de colaboradores pra colocar suas canções em prática torna-se menos necessária, já que elas nascem "prontas"!!) e está aprendendo a tocar bateira graças ao "Curso de Bateria Virtual" (um método revolucionário!!)...

Agora só falta o emprego, que me permitirá ter uma bateria e um baixo, e então vou conquistar o mundo com o "Stoner-Blues" (marca registrada, caralho)!!! Por que se o Dave Grohl e o Lenny Kravitz podem gravar todos os instrumentos em suas músicas, EU TAMBÉM POSSO (só me falta a grana deles pra ter um estúdio próprio, hehehehee...), pois as "guitarrices" andam jorrando da guitarra pro PC!!

3- Política em geral: auto-reajuste de salários por parte de deputados, vereadores de Gravataí aumentando impostos na surdina... Essa parte merece texto específico na fase "Fim de ano e retrospectiva", a ser lançada na internet sabe-se-Deus-lá-quando!!! Esperem e verão (e inverno também... trocadilho escroto)!!

À esquerda está Galináceo, que participava do Gasômetro (e é guitarrista da banda Kratera, que aparece na foto), programa do Gastão Moreira (à direita). Cris e Thanyra completam (lindamente!) a foto. Baterista e vocalista, respectivamente(foto retirada da revista virtual 'Satélite', da Marka Diabo).

14 de dez. de 2006

Sobre o Punk Rock, Baby!



Essa foi a primeira "música" "decente" (com alguma rima e um refrão) que eu compús!! Isso foi lá por 2003 numa tal escola de Cachoeirinha chamada Mascarenhas de Moraes...

Dá pra notar que, na composição das letras, a minha grande influência era (e ainda é!!) o punk rock. Muitos não gostam muito dessas letras "panfletárias", mas foda-se, é isso o que eu consigo escrever (apesar de querer aprender a fazer letras mais "subjetivas e "viajadas", mas eu não consigo)!!


Analfabeto Funcional (você ainda vai ouvir essa música em 2007!!)

Eu não sei ler jornal
Eu sou analfabeto funcional
Por favor, não me leve a mal
Eu não sou nem um pouco racional!!

Analfabeto funcional, não sabe o que é resposta pessoal
Analfabeto funcional, não se assuste, isso até que é bem normal
Analfabeto funcional, é enganado mas acha que é o tal
Analfabeto funcional, é um problema social

Eu não sei interpretar
O que eu vi no telejornal
Não consigo me expressar
Eu não consigo nem falar!!

Sou mais um cidadão normal
Entregue a lavagem cerebral
Mas não sou analfabeto
Eu sou alienado!


Essa música ainda será a trilha perfeita para uma boa roda punk, ou pogo. Como preferirem chamar... E falando em roda punk, eu achei na internet um texto "belíssimo" e que explica da forma mais honesta possível o funcionamento dessa dança tão peculiar!!

Leiam o texto no link abaixo e comentem (se quiserem comentar sobre a letra aí em cima eu fico agradecido)! Vale a pena ler esse texto sobre roda punk!

http://aurelio.net/musica/pogo.php

9 de dez. de 2006

Série: Literatura Chinelona


Surpresas e Cervejas
(leia calmamente, de preferência esqueça que é um trabalho de graduação!)

A proposta para esse texto é transformá-lo numa narrativa não-linear. Pois bem, eu pretendo ir um pouco além (não muito!), usando esse recurso não só para complementar informações sobre os personagens do texto. Isso já foi muito usado, por isso vou tentar (eu disse tentar!) fazer algo diferente, vou inserir nessa narrativa algo que acho muito importante para sua compreensão: meus comentários!

*Mais uma semana da minha vida sem rumo certo chegava ao fim. Era sexta-feira e, no centro de Porto Alegre fui beber com alguns colegas de trabalho. Depois de “encher a cara”, fui a pé e frustrado para casa, pois mais uma noite eu iria dormir sozinho. Sempre ouvi da minha mãe que eu era um cara bonito e inteligente, mas acho que meus atributos não estavam fazendo sucesso com as mulheres. Realmente, opinião de mãe não vale, hahahahaha...

A mãe do personagem principal (se ele não tem nome, então NÃO tente inventar um!) vivia longe da capital gaúcha, e pensava que o filho era um rapaz bem-sucedido. A mãe sempre cobrou isso dele. O rapaz por sua vez nunca ligou muito pra esse tipo de coisa. Na verdade nem ele sabia em que “se ligava”.

*Vagando por volta de duas horas da madrugada em uma rua escura, próxima à Avenida Farrapos, me deparo com duas lindas mulheres, altas e de “formas avantajadas”, com traços fortes e expressão sensual. Não acreditei quando elas me abordaram. Se eu achava impossível uma mulher ter interesse por alguém no estado em que eu estava, imagine duas então!

Não que meus comentários sejam excelentes, proveitosos ou algo do tipo, mas me parece interessante o fato do autor compartilhar com o leitor suas impressões, o que fez com que aquele texto fosse concebido!

Além disso, colocarei no decorrer do texto as “tradicionais” informações complementares sobre a vida dos personagens, e escolherei palavras (sublinhadas) aleatoriamente nos parágrafos e trarei maiores informações sobre as mesmas para o texto.

*Quando elas se aproximaram de mim senti muita atração por elas, tal qual político por dinheiro público! Senti muito desejo e me envolvi na situação. Tive vontade de simplesmente seguir os meus instintos como uma animal. Os efeitos do álcool só colaboraram para isso. Já imaginava que o final da noite seria bem melhor do que eu estava esperando!

O nome álcool vem do árabe al-kohul. Os álcoois são substâncias orgânicas oxigenadas caracterizadas pela presença na molécula do grupo hidroxila (—OH) ligado a um carbono saturado (que só faz ligações simples). Bebida alcoólica é toda a bebida que contenha álcool etílico ou etanol (não confundir com metanol que é altamente tóxico)!

Antes de terminar o texto a professora recomendou (quando eu lhe expliquei minha idéia) o livro “Se um viajante numa noite de inverno”, de Ítalo Calvino, pois ele usava nesse livro uma idéia semelhante à minha.

Apesar do medo (de que a leitura influenciasse meu texto, fazendo com que perdesse originalidade) fui movido pela “curiosidade mórbida”, e peguei o livro na biblioteca. E aconteceu o que eu temia! Meu texto (esse aqui mesmo!) foi influenciado pela leitura!

*Eu já estava ficando “animado” quando comecei a notar rostos de feições estranhas para mulheres, e resquícios de bigodes. Mas o que me surpreendeu foi uma protuberância na parte frontal da calça das “duas”. Foi aí que praguejei por ter bebido tanto naquela noite.

Bigode é o conjunto de pêlos faciais humanos, localizados entre o nariz e o lábio superior. Traço comum a ser preservado por alguns homens junto ou não de uma barba, mas também ocorre em mulheres que, em sua maioria, optam por raspá-lo. Pode dizer-se que o bigode é um traço facial que tende a identificar culturas geograficamente localizadas perto do equador, de que fazem parte países latinos e algumas culturas árabes. Na sociedade ocidental o bigode caiu em desuso nas últimas décadas, sendo substituído por uma crescente exigência de limpeza visual. Não é despropositado dizer que a sociedade global associa o bigode a alguns fenômenos sociais que não dependem da geografia. Motoqueiros e toureiros também são associados à estética bigode.

*Então era tarde demais. Tentei me desvencilhar daquelas duas (ou dois!) para sair dali, mas quando fiz isso uma mão foi direto até minha carteira, no bolso. Fui empurrado para o chão enquanto via os dois “travecos” que me roubaram correndo.

Infelizmente a colega que começou comigo este texto não compareceu mais às aulas. Sendo assim, pude colocar as minhas idéias levemente “doidas” nesse texto! A idéia original era de que ele fosse mais um texto apresentado com os recursos do hiperlink, mas como isso foi usado por muitos grupos, eu tentei “remar contra a maré” (e também por que eu não queria dar a possibilidade de interação com o texto!), fazendo um texto no modo “das antigas”.

*Por uma feliz coincidência do destino (daquelas que só acontecem em novelas Globais!) uma viatura da Brigada Militar passou naquele instante na rua, e que nos levou diretamente para a delegacia. E para tornar o fato mais cômico, e fechar a noite com chave de ouro, descobri que uma daquelas “deusas” foi meu colega de escola!

*Voltei pra casa mais desiludido do que quando do que quando fui encher a cara com os amigos de trabalho, mas rindo da situação que, afinal, terminou bem (pelo menos pra mim)!

*Depois desse episódio da minha vida boêmia, passei a ver que realmente as aparências enganam, principalmente depois de algumas doses! O intuito desse texto é (ou era, quando pensei em fazê-lo) de confundir, e quem sabe até irrittar pessoas com menos paciência! Se isso foi o resultado da leitura, não se preocupe, já era esperado (hehehehehee)!!


Até o Thurton Moore (Sonic Youth) lê (de canto!!) a nova "seção" dos Comentários Escritos enquanto toca guitarra!!!


2 de dez. de 2006

"Imagine (...de um Jeito Diferente do Lennon)"

Imagine um mundo feliz
Imagine a inexistência
Dos problemas

Imagine que tudo sempre
Acaba bem

Imagine a eterna rotina
Imagine a vida sem emoção
Sem razão

Imagine nunca mais quebrar o dedão
Imagine que você e mais ninguém
Dará valor

Ao pé saudável
À casa erguida
A resposta certa
A sua fé

Imagine
É isso que você quer?

Essa "poesia" (?? Não...) foi uma tentativa singela, feita lá pelos idos de 2003 numa aula de Português no Mascarenhas... É simples mas é sincera!!


(Ilustrando esse post, para que fique um pouco mais legal, vai aí uma foto do Mr. Jimi Hendrix... Essa semana eu entendi a influência dele, e me senti ENVERGONHADO em TENTAR ser guitarrista!!)

24 de nov. de 2006

OBS.: O TEXTO A SEGUIR NÃO É 1 POST COMUM, E SIM UM TRABALHO DE GRADUAÇÃO!! E EU NÃO ME ENVERGONHO DE USAR UM BLOG COMUNITÁRIO PARA ME BENEFICIAR!

A incrível história de alguém como todos nós (ou como fazer um “texto Miojo”)

Era uma vez (início extremamente original, não?!) um garoto no final do seu primeiro ano de graduação. No começo do ano ele entrou para o curso de jornalismo. Escolheu essa profissão pois gosta muito de rádio e, eventualmente, escrever (...enormes textos sarcástico-opinativos).

Ele (ele vai ser chamado de “Ele”, simplesmente...) no mesmo ano, passou a usufruir dos benefícios que a internet traz para divulgação de textos. Criou um blog com ex-colegas de Ensino Médio, fez outro em que só ele escrevia.

Com esses meios ele conseguiu disseminar seus textos para 8 ou 10 pessoas (afinal descobre-se que hoje em dia ter um blog é como ser um grão no meio da areia de uma praia imensa: é oferta demais pra ordem de menos!). A imensa maioria desse “público” era de amigos, conhecidos etc., etc....

Foi então que chegou o “Grau B” (a segunda parte) do semestre. Ele então conheceu as narrativas não-lineares (na verdade ele até já devia conhecer, mas não pelo nome!), entre outras matérias (e outras cadeiras!)...

Mas vamos ao assunto diretamente! O caso é que, apesar de pensar o contrário, Ele não teve notas muito boas no grau A, na disciplina de Português p/ Comunicação I. Por isso Ele tinha que se sair bem no Grau B. Foi aí que fez o primeiro (??) texto não-linear dele...

Contrariando a tendência de usar dos recursos tecnológicos para fazer um texto cheio de Hiperlinks (e também por que um texto tradicional “incomoda” mais o leitor do que um hipertexto digital), Ele fez um texto tradicional, no papel (sem leitura em grupo, por que nas leituras em grupo se perde muito do “sentimento” do texto). Apesar de ter pensado em fazer algo que incomodasse o público, o texto dele (dizem alguns!) agradou os colegas...

Mas a nota do Grau B não estava ganha! Fazia parte da nota “melhorar” a narrativa, acrescentar coisas novas para que o texto fosse para um blog da turma, mostrando os trabalhos deles com hipertexto.

Ele tinha um problema (pra variar... se não tivessem problemas não haveria narrativa, por que narrativas precisam de conflitos!)... Não sabia o que acrescentar a sua narrativa, pois o que a maioria dos colegas estavam fazendo era reparar alguns deslizes técnicos (coisa que não se pode mexer muito no papel!).

Foi então que ele teve uma idéia (que não foi grande, nem genial, mas que facilitava a vida dele): Por que não usar um dos textos que escrevi para os blogs como base para uma nova narrativa não-linear? Sim! Usar uma “resenha” que fez sobre um festival em Porto (Alegre), que contou com várias bandas de todo o Brasil, mas em meio a um público um tanto irritante pra Ele...

E assim ele começou um novo projeto. Mostrou o texto pra professora, que disse que poderia ter mais intriga no enredo. Aí embananou, o texto já era extenso (de 3 a 4 páginas), muito segmentado (alguns termos teriam de ser explicados aos colegas) e ele teria que acrescentar mais intriga na história, além dos links? Esse já não podia mais!

Pensou em fazer uma história sobre um cara que aprende o básico sobre violão para tocar as músicas das suas bandas preferidas (como essa, ou essa. Mas também poderiam ser esta, aquela, ou aquela outra!). Mas a história não tinha muito fundamento e era muito prolixa. Não deu! De novo!

O grande problema nisso tudo era que essas escolhas estavam sendo feitas apenas uma semana antes da entrega do trabalho, e, além disso, ele tinha as outras matérias para se preocupar (e muito!).

Ah é, já ia esquecendo! Ele pensou em fazer um hipertexto digital (uma grande desculpa pra colocar nos links músicas de bandas de rock, pra escutar no meio da aula!) cheio de hiperlinks. Mas ele não entendia patavina de Power Point, e tinha muito pouco tempo pra aprender...

Chega à sexta-feira de entrega de trabalhos e Ele faz um texto sobre a história de um cara que está no final do seu 1º ano de graduação...

Será que Ele receberá a nota necessária pelo trabalho? Isso só será conhecido depois que esse texto acabar (portanto não espere saber o final da história)!

17 de nov. de 2006

Pseudo movimentos sociais... Ou vamos proteger nossos filhinhos irresponsáveis

Quarta-feira (desculpem qualquer erro de digitação, é difícil digitar com um braço "entalado"), 13 de setembro de 2006... No domingo passado uma reportagem no "Fántástico" (plim, plim!) me chamou a atenção (notem que eu só demorei 3 dias pra escrever isso... Preguiça??! Não, imagina!!):

Uma tal repotagem sobre o comportamento dos "jovens" (...e lá vem eles de novo!! Tentando tipificar e "esteriotipar" a juventude num único modelo... Adolescentes bonitinhos e politicamente corretos de classe média alta, preocupados com que roupa vão ao shopping...) mostrando como a "galera" (gíria que eu ODEIO, e que ELES ADORAM usar pra definir jovens...) se comporta na "balada" (bom, nem vou entrar no mérito dessa palavrinha medonha... Essa eu deixo pra vocês zuarem!)...

E lá estavam eles, mostrando meia-dúzia de idiotas como a representação de todo ser vivo entre 12 e 25 anos idade na face da Terra...

Dois (2, eu disse 2!!) meses depois eu retomo o texto, por que a motivação é velha, mas o assunto não perde atualidade!!

Indo ao assunto: Era mostrada na reportagem mais uma iniciativa de conscientização (de uma parcela!!) de jovens para o perigo da mistura de álcool e direção... Até aí tudo bem, apesar do meu sarcasmo habitual eu não sinto prazer ao abrir jornais e sobre mortes no trânsito, a medida é louvável, mas eles falham em UMA parte MUITO importante, e aí eu não perdôo (não sei se escrevi essa última palavra de forma correta... Dane-se!)...

...Acreditar que todo "jovem" (êta, palavrinha que não me agrada muito...) é igual: sonha completar 18 anos pra ter a "sonhada" carteira de motorista, ter um carro (dele ou da família) e todo aqueles "adjetivos" que eu já citei no 2º parágrafo!

Eu me sinto desrespeitado, sendo colocado sob o mesmo rótulo que esses garotinhos-"beberrões"-malandros-irresponsáveis da classe média!! Todos sob o rótulo de jovens, eu e eles, mesmo que eu não tenha nada a ver com esse tipo de pessoa!!

Não penso que "eles" (mídia em geral e ONG'S desavisadas) acreditem nisso, ou ACHEM que eu acredito (com certeza, isso não!!)... É esse tipo de coisa que me irrita profundamente, ver toda a diversidade ao meu redor ser reduzida a termos como "jovens", "adolescentes", etcetera...

Que fique público através desse meu esforço que nem todos os jovens tem ambições tão vazias como ter um carro... Que fique aqui registrado que existem SIM "jovens" que tem outros desejos (ou alguns como eu, que nem sabem exatamente o que querem!!) e anseios diferentes, que questionam a sociedade e sua forma de organização, não simplesmente tentando "correr atrás da máquina" para obter popularidade!!

Desabafo curto, mal-feito e provavelmente mal-compreendido (se ninguém me crucificar por esse texto eu até vou achar estranho!), mas válido como desabafo, e só isso...

...That's all Folks!!!

(Como todos sabem, eu uso o FOTOlog como mera desculpa pra largar meus textos na net... Portanto não cobrem coerência da foto com o texto!! Sonic Youth é foda e eu tava a fim de colocar a capa do último disco deles aí... Foda-se!! )


...ESPEREM PARA AS PRÓXIMAS SEMANAS UM COMENTÁRIO RAIVOSO E SARCÁSTICO SOBRE O DIA DE "JURAMENTO À BANDEIRA, FATO RIDÍCULO, IDIOTA, ULTRAPASSADO ENTRE OUTROS BELOS ADJETIVOS...